A morosidade na análise de crédito e a falta de padronização nos relatórios têm impacto direto na velocidade de aprovação de financiamentos, atrasando operações e elevando custos para o setor imobiliário.
A velocidade de aprovação de financiamentos imobiliários é um fator crítico para o dinamismo do mercado. No entanto, o processo tradicional de análise de crédito, muitas vezes manual e fragmentado, tem se mostrado um gargalo operacional significativo. A coleta de documentos, a verificação de informações e a estruturação de relatórios para o comitê de risco consomem tempo e recursos, impactando diretamente o ciclo de vendas e a captação de recursos para novos empreendimentos.
A burocracia inerente a essa etapa não apenas atrasa a concretização de negócios, mas também eleva os custos operacionais das empresas. A necessidade de reunir e interpretar extratos bancários, muitas vezes em formatos variados e com informações desorganizadas, exige uma equipe dedicada e, ainda assim, está sujeita a erros humanos. Essa lentidão se traduz em maior risco de desistência por parte do cliente e em um fluxo de caixa menos previsível para as incorporadoras e loteadoras.
Para mitigar esses desafios, o mercado busca soluções que unam eficiência e segurança. O Finan M2 da ACBL emerge como uma ferramenta estratégica nesse cenário. Desenvolvido para otimizar a análise de crédito, o sistema utiliza inteligência artificial e tecnologia OCR (Reconhecimento Óptico de Caracteres) para ler extratos bancários em PDF em questão de segundos. Essa capacidade permite processar um volume massivo de dados financeiros com precisão e agilidade.
Além da leitura automatizada, o Finan M2 aplica filtros inteligentes, removendo automaticamente empréstimos e outras movimentações que poderiam distorcer a análise de capacidade de pagamento. O resultado são relatórios de crédito estruturados e auditáveis, prontos para serem apresentados ao comitê de risco. Essa padronização e a agilidade na geração de informações confiáveis permitem que as instituições financeiras e as empresas do setor imobiliário tomem decisões mais rápidas e com maior embasamento, reduzindo o tempo de aprovação e mitigando o risco de inadimplência.

